Como funciona o ingresso às universidades dos países da América Latina?

Como funciona o ingresso às universidades dos países da América Latina?

Lápis grafite e borracha na mão, milhares de jovens rendem hoje a Prova de Seleção Universitária (PSU). O teste para entrar para a educação superior tem sido criticado em mais de uma oportunidade, por especialistas, devido ao método padronizado, que se propõe para medir o conhecimento dos estudantes.

A PSU 2018 será a penúltima edição desta prova, que veio a substituir a Prova de Aptidão Acadêmica. As autoridades já anunciaram que em 2020 será implantado um novo sistema, a cargo da futura Subsecretaria de Educação Superior, a qual ainda não se tem maiores detalhes.

Em outros países da região também é utilizado o teste padronizada para as inscrições. No entanto, em algumas universidades têm a liberdade de fazer seu próprio exame para definir quem pode entrar ou não.

Ingresso as universidades da América Latina

Argentina

Para ingressar na Universidade de Buenos Aires (UBA), a mais prestigiada a nível nacional, não são necessários exames e não tem limites de vagas. De acordo com o seu manual de renda, só é necessário ter concluído os estudos secundários e, no caso dos maiores de 25 anos a cumprir uma série de requisitos que exige a UBA.

Todos os alunos devem prestar um ano de Ciclo Básico Comum”, equivalente ao ensino médio, onde se cursam matérias de diferentes áreas. Se os alunos conseguem aprovar as disciplinas, podem ingressar na carreira que considerem convenientes. Um dos grandes benefícios que a universidade pública é que é totalmente grátis.

Portanto, se se quer candidatar-se às instituições privadas, é necessário apresentar o certificado de estudos e pagar o preço da tarifa da corrida para estudar, não existe exame de admissão.

Brasil

Ao igual que no Chile, no Brasil se usa o método de seleção universitária para poder ingressar na educação superior.

Dependendo da instituição que quiser introdução existem dois testes diferentes. A primeira é a”Vestibular”, que é diferente em cada universidade e depende da carreira que se quer estudar. A segunda é o “Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),prova padrão para todo o país, que tem em conta as notas do ensino secundário e permite solicitar vaga em diferentes universidades. Assim que é feita a prova os alunos podem conferir no gabaritoenem2019.com os resultados do caderno e saber o quanto acertaram. Entretanto,o resultado definitivo individual (contando com a redação) só sai no início do ano seguinte. Com a nota da prova dá para se inscrever no Sisu, Prouni e vários ouros programas de inclusão universitária brasileira.

Ambos os testes são feitos em português e as instituições de educação superior é livre de escolher se você selecionar através do Vestibulas, o Enem ou ambos. O sistema de ingresso é semelhante ao do chileno já que as cotas de corridas vão se completando de acordo com os melhores resultados nas provas.

Peru

Os jovens do Peru, que buscam ingressar na educação superior não tem um sistema único de admissão e, dependendo dos requisitos de cada instituição para iniciar a carreira universitária.

Por exemplo, na Pontifica Universidade Católica do Peru, instituição que lidera os rankings, a nível nacional, tem o sistema de “Admissão por Ordem de Preferência“. Nesta modalidade, dá a primeira opção para os alunos que terminarem a formação de uma lista de cerca de 300 estabelecimentos que são selecionados pela referida casa de estudos.

Outra das opções que controlam as instituições peruana para selecionar estudantes são o mérito por notas no ensino médio, fazer o depósito centros pré-universitários pertencente às universidades e o exame “primeira opção”, o que pode garantir a entrada para a universidade ou institutos.

Colômbia

Na Colômbia existe uma prova do estado chamado ICFES. O exame é o primeiro passo para entrar na universidade e um dos sistemas mais utilizados para a seleção de estudantes em universidades de prestígio nacional, como a Dos Andes.

No entanto, outras casas de estudos, especialmente aquelas que são públicas, utilizam-se medidas próprias para a seleção. Por exemplo, na Universidade Nacional da Colômbia e a de Antioquia, os candidatos devem prestar uma prova especialmente preparada por esta instituição.

México

No país centro-americano conta com o Exame Nacional de Ingresso ao Ensino Superior (EXANI – II), requisito obrigatório para ser admitido na universidade do México. O teste é aplicado pelo Centro Nacional de Avaliação (CENEVAL), e inclui áreas como a matemática, a linguagem e tecnologias da informação, entre outras.

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