Gustavo Dias
 
Antes de viajar, eu me formei no curso de Engenharia de Redes de Comunicação pela UnB. O principal objetivo foi realizar um intercambio cultural. Estou em Hyderabad, no centro da India. Trabalho na Huper, uma empresa que fornece soluções em e-learning.  Dentre as minhas primeiras atividades esta a apresentação do mercado brasieleiro de e-learning bem como definição de estratégias a serem conduzidas para entrar no proeminente mercado brasileiro.

Ja fui a Bangalore, a cidade jardim da India, que apesar de levar o título de cidade jardim não tem nada a ver com Brasilia, a nossa cidade jardim. É mais cosmopolita que as outras cidades, mas enfrenta os mesmos problemas de superlotação, sujeira e caos.

A cultura local se divide em 2 etnias, Hindus e Muculmanos. E possível notar uma certa tensãoo entre os 2 grupos que já se enfrentaram várias vezes ao longo da historia. O povo Hindu é muito receptivo e está sempre alegre e colorido, o oposto dos muçulmanos que estão sempre desconfiados dos ocidentais. A comida é ultra apimentada e existem sempre muitas opções vegetarianas, o que pra mim é um paraiso, já que no Brasil isso é coisa rara.(sou ovo-lacto-vegetariano).

As diferenças culturais são gritantes, muitas pra caber aqui, começando pela dieta, passando pelas roupas e costumes. Os homens aqui tem o costume de andar abraçados, estranhei bastante quando um local veio me abraçar.... Apesar disso, são bastante homofóbicos e os jornais sempre apresentam noticias de gays que foram agredidos.

O maior desafio é atravessar uma rua, o trânsito e absolutamente caótico e desgorvernado. Não se tem o mínimo respeito por semáforos e para atravessar qualquer avenida você tem que literalmente se jogar na frente dos carros e torcer pra dar tudo certo.

A situação mais interessante foi acompanhar os festejos religiosos, alguns deuses deles poderiam tem a forma do que os cristãos chamariam de Diabo.

A possibilidade de vir a Índia e conviver com o povo bem como aprender o modo de trabalho e a cultura é riquíssima.
A cidade não é muito turística mas oferece bons hóteis.  Tirando o álcool,  é tudo muito barato. Pode-se viver tranquilamente com 500 dólares por mês. As baladas são fraquíssimas, e a policia fecha tudo à 1 da manha. O jeito é curtir as baladas oferecidas pelos hóteis que costumam ir ate mais tarde.
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